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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Gartner Top 10 CIO: Prioridades de Negócio e de Tecnologia em 2012


Veja a lista de prioridades dos CIOs, segundo Gartner, para Negócio e Tecnologia em 2012


Prioridade de Negócio (Por ordem de importância):
1 – Aumentar o crescimento da empresa
2 – Atrair e reter Novos clientes
3 – Redução de custo
4 – Criação de novos produtos e serviços (inovação)
5 – Entrega de resultados operacionais
6 – Melhoria de eficiência
7 – Melhorar a rentabilidade (margens)
8 – Atrair e reter força de trabalho
9 – Comercialização e aprimorar a eficácia das vendas
10 – Expansão para novos mercados

Prioridade de Tecnologia (Por ordem de importância):

1 – Análise e inteligência de negócios (BI)
2 – Tecnologia móveis
3 – Cloud computing (SaaS, IaaS, PaaS)
4 – Tecnologia de colaboração (workflow)
5 – Modernização do legado
6 – Gestão de TI
7 – CRM
8 – Aplicativos ERP
9 – Segurança da informação
10 – Virtualização

Fonte: Gartner Executive Programs (January 2012)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Quem são os Stakeholders ?



Para o Analista de Negócio, Gerente de Projetos e Analisa de Processo identificar quem são   os stakeholder (as partes interessadas) e entender suas necessidades é essencial para realização das atividades.


termo Stakeholder foi utilizado pela primeira vez por R. Edward Freeman no livro: “Strategic Management: A Stakeholder Approach”, veja nova edição do livro: 


Nova edição do livro: Março de 2010
  • Strategic Management: A Stakeholder Approach
  • Editora: Cambridge University Press
    Idioma: Inglês
    ISBN-10: 0521151740
    Você poderá encontrar este livro na Amazon

  • Utilizamos o termo Stakeholder para referir-se aqueles que possam afetar ou são afetados pelas atividades de uma empresa.
    Estes grupos ou indivíduos são as  stakeholders (partes interessadas), que segundo Freeman deve ser considerado como um elemento essencial no planejamento estratégico, na análise de negócio e em projetos.
Exemplos Stakeholders de uma empresa:
- Acionistas
- Proprietário (dono), Sócios
- Investidores
- Empregados
- Clientes
- Fornecedores
- Sindicatos
- Associações empresariais, industriais ou profissionais
- Comunidades (onde a empresa tem operações:  
  Associações de vizinhos)
- Governo (municipal, estadual e federal)
- Agência Reguladoras
- ONGs
- Etc.


Como os guias definem 
stakeholder (parte interessada):

Guia BABok 2.0 define:
"
Uma pessoa ou grupo que possui interesses que podem ser afetados por uma iniciativa
ou excercer influência sobre ela."


Guia PMBok 4.0 edição define:
"Pessoas e organizações, como clientes, patrocinadores, organizações executoras e o público, que estejam ativamente envolvidas no projeto ou cujos interesses possam ser
afetados de forma positiva ou negativa pela execução ou término do projeto. Elas podem também exercer influência sobre o projeto e suas entregas"


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Julian Treasure: 5 maneiras de ouvir melhor

Palestra TEDx (TEDGlobal 2011)

"Em nosso mundo cada vez mais ruidoso, diz o especialista em som Julian Treasure, "Nós estamos perdendo nossa habilidade de ouvir." Nesta palestra curta e fascinante, Treasure compartilha cinco maneiras de re-afinar seus ouvidos para uma escuta consciente – para as outras pessoas e o mundo ao seu redor."



Veja o vídeo:

Relatório Estado atual da ITIL


Foi elaborado um relatório, baseado em 23 revisões de estudos sobre o uso da ITIL, com o objetivo de demonstrar o Estado Atual da ITIL ® 

Alguns destes estudos
foram encomendados por organizações, muitas vezes para provar um ponto de vista, por isso seus resultados precisam ser considerados a partir deste ponto de vista. Outros são de pesquisas acadêmica.

Resultados apontados pelo Relatório:

Adoção da ITIL:

Não existe uma definição
 consistente de “adoção da ITIL", mas, dependendo do local (os estudos são originários de países como Estados Unidos, Inglaterra, Africa do Sul, Alemanha e Austrália), entre 30% a 60% das organizações usam a ITIL. Em um caso, chega 85%.

Dois estudos sugerem que apenas 10% das organizações pesquisadas usam a ITIL por completo.
ITIL adoção e a formação (treinamento) estão em forte crescimento (algo em torno de 20
% ao  ano).

Os três principais
 benefícios foram:
- Satisfação do cliente
- Controle de custos
- Resposta mais rápida e resolução de incidentes.

Veja o relatório completo:
 
http://www.best-management-practice.com/gempdf/Review_ITIL_Studies_White_Paper_Nov11.pdf

Investimentos para BPM em 2012


Segundo sênior da consultoria IDC, observa que o BPM era adotado sobretudo por grandes companhias por sua complexidade e preço. Mas a oferta no formato de aplicativos torna o BPM mais acessível a pequenas e médias empresas. "A tendência do mercado é migrar para os aplicativos em detrimento do formato tradicional", afirma o analista.

Em 2011, o segmento de BPM movimentou no Brasil US$ 600 milhões. Para este ano, a IDC prevê incremento de 14%, para US$ 700 milhões, e ganhos de dois dígitos ao ano até 2015, chegando a uma receita de US$ 1,1 bilhão.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Expectativas, Previsões e Tendências para BPM em 2012


Fiz uma compilação de vários cenários, estudos e pesquisas, e cheguei algumas expectativas, previsões e tendências para BPM em 2012: Veja a lista das 10 mais significantes:


By Rildosan® 2012

1 – BPMN ganhará mais espaço no mercado e acabará se tornando um padrão de fato para modelagem de processos.
Atualmente existem mais que 73 ferramentas que dão suporte a notação BPMN (veja a lista http://www.omg.org/bpmn/BPMN_Supporters.htm). A BPTrends tem uma pesquisa (
Business Process Modeling Survey de Dezembro de 2011) que aponta que mais 72% dos entrevistados usam BPMN em suas iniciativas de modelagem de processos.


2 – Os fornecedores começam o ofertar no mercado ferramentas de BPM como serviços, todos os diagramas (arquivos) ficam armazenados nas nuvens.

A IBM (IBM Blueworks Live) e outras empresas já estão oferecendo este serviço ao mercado.


3 – Ferramentas:
a) Os fornecedores de suítes BPM estão cada vez mais estão liberando a parte da ferramenta, ou editor de modelagem processos “free”.
É uma estratégia para atrair novos clientes, a versão completa ou com mais recursos geralmente são pagas. Exemplos: BizAgi, Metastorm, Intalio|BPMS Community Edition, ARIS Express (versão comunitária, mas limitada) e etc
b) Ferramentas de modelagem de processos baseadas na web (web based) e tendo como principal interface o browser e com armazenamento na nuvem (cloud):
É uma forte tendência que as ferramentas de modelagem de processos tenham principal interface o browser e armazene os arquivos na nuvem (cloud). Veja a ferramenta iyopro (www.iyopro.com).
c) Suporte a versão BPMN 2.0 (última versão).
Já existem diversas ferramentas no mercado com suporte a BPMN 2.0. Exemplos:  JBPM (JBoss), MSVisio (através de solução de um fornecedor independente para as versões 2003 e 2007), Aris Express (versão comunitária do ARIS), IYOPRO, ProcessMaker, Business Process Visual ARCHITECT (Visual Paradigma), ADONIS:Community Edition, 
Appian e etc
d) Suporte a Colaboração e Social BPM.
A maioria das ferramentas BPM já dão suporte a colaboração e a Social BPM. A ARISalign (http://www.arisalign.com/)
 é a primeira ferramenta com suporte Social BPM. Entretanto, a colaboração é a características mais comum nas ferramentas, Exemplo: BizAgi Process Modeler, veja o video http://www.youtube.com/watch?v=IVNnrZxXYN4
f)  Suporte EA (Arquitetura Corporativa).
Ferramentas tradicionais de BPM começam a trazer como parte de seus recursos o suporte a EA (Arquitetura Corporativa). Exemplos de empresas que oferecem suas ferramentas de BPM com suporte a Arquitetura Corporativa: IBM, Metastorm, SoftwareAG (ARIS), Mega, Qualiware, Avolution e Sparx Systems 
(EA).


4 – A oferta de vaga para Analista de Processo vai continuar em alta.
O número de vagas em empresas privadas para Analista de Processo tem aumentado sensivelmente nos últimos anos, a tendência que em 2012 este número continue a crescer.


5 – As empresas brasileiras, estão adotando cada vez mais a BPM como parte de sua estratégia para melhorar os resultados.

Entretanto, a maior partes destas iniciativas morreram antes de gerar os primeiros resultados, pois ainda falta maturidade na adoção da BPM, muitas implementações são baseadas somente em ferramentas, com uma visão de curto prazo e sem nenhum planejamento.


6 – A modelagem com a BPMN.

Apesar do crescimento do uso da notação BPMN (veja item 1), ela ainda continua sendo utilizada no seu nível básico, é muito comum encontrar diversos diagramas publicados na internet e livros com erros nos diagramas.


7 – O governo (organizações públicas) vão continuar a adotar a BPM.
A BPM será uma ferramenta importante para ajudar a reduzir custos, eliminar desperdícios e melhorar a qualidade dos serviços fornecidos a sociedade.
Exemplo: Em 2010 e 2011 muitos TJs (Tribunais de Justiça) utilizaram a BPM para modelar seus processos administrativos, com o objetivo de dar maior celeridade a justiça.


8 – As certificações: CBPP (ABPMP) e OCEB (OMG).

Elas ainda não ganharam o reconhecido do mercado, mas aos poucos e com e iniciativa como BPM Day vão ajudar disseminar a associação e sua certificação.
Clique aqui para ver uma comparação entres as certificações: CBPP e OCEB


9 – Guia CBOK
.
Tem o cheiro de uma nova versão do Guia CBOK, a versão atual tem diversos problemas que precisam de correções. Vem por aí o Guia CBOK 3.0.


10 – Novas propostas para BPM, versões mais light e aplicadas a novas necessidades do mercado.

Lean BPM – Princípios, ferramentas e práticas da Lean Thinking aplicados ao BPM.
Green BPM – Sustentabilidade, no contexto de processo, representa e uma nova perspectiva, para gerar valor para essa perspectiva será precisos implementar as boas práticas de sustentabilidade ambiental nos processos.
Agile BPM – Práticas Ágeis aplicadas ao BPM.



* Contribuição do Rui Natal

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Expectativas, Previsões e Tendências para o Analista de Negócio em 2012

Compilei, olhando para mercado brasileiro e internacional, algumas expectativas, previsões e tendências que afetarão o Analista de Negócio. Listamos as 10 mais significantes para o AN no desempenho de suas atividades:
1 - Pressão gerada pela crise econômica e a competição global (leia China) vão influenciar as organizações e sua forma de fazer negócio. Eficiência organizacional e operacional será uma exigência. Para melhorar a eficiência organizacional e operacional, as empresas vão consolidar operações, reduzir custos, melhorar processos, revisar linhas e modelos de negócio. Contudo, nesta situação a tecnologia é uma ferramenta de apoio, os processos e arquitetura de negócio serão os grandes pontos focais. O Analista de Negócio será um dos agentes dessa mudança.

 2 - As empresas contratarão mais Analistas de Negócio, mais sem uma definição formal e única sobre as atividades e responsabilidades do AN.
Em algumas empresas o AN será uma espécie de “faz-de-tudo”, da análise de negócio à implementação de sistemas (mais tecnologia e menos negócio – mais operação e menos tática). Já em outras o AN será responsável pela análise de negócio, desenho de soluções que agreguem valor ao negócio, pela elaboração de Business Case e pela demonstração de ROI. Sua missão principal é ajudar a organização a alcançar as suas metas e objetivos. (mais negócio e menos tecnologia – mais tática e menos operação).

3 - Outsourcing e BPO (Business Process Outsourcing) vão continuar na agenda de muitas organizações. 
Neste cenário o AN deve ajudar a empresa, principalmente na fase de transição dos processos e na estabilização de resultados.

4 - Governo vai apostar cada vez no papel do AN, para implementar as propostas feitas pela Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade (colegiado formado por empresários e ministros). 
O grupo foi criado para sugerir ao governo formas de reduzir custos, melhorar o controle dos gastos públicos, racionalizar processos e melhorar serviços prestados à sociedade. A dois anos as organizações públicas, principalmente as federais e as estaduais capacitam seus servidores para atuar como AN. Isso vai continuar em 2012.

5 – Conformidade. O governo brasileiro e agências reguladoras vão implementar novas leis, regulamentações, normas e resoluções que afetaram as organizações. Manter-se em conformidade (Governança de Compliance) com elas será um grande desafio. A AN deve auxiliar as organizações a implementar os projetos de conformidade legal e manter a Governança de Compliance.

6 - Projetos. Demonstrar o ROI dos projetos será uma exigência nas organizações. 
O AN em muitas empresas deve ser o responsável pela elaboração do Businesss Cases (algumas empresas chamam de Ante-Projeto) e da Análise de Viabilidade Financeira (demonstrar o ROI) das soluções. Somente as soluções que agregam valor real e comprovado devem se transformar em projetos.

7 - Métodos Ágeis vão continuar crescendo principalmente na área de desenvolvimento de software. 
O AN e demais profissionais como Gerente de Projetos vão ter que se adaptar para utilizar cada vez mais os métodos ágeis em projetos de desenvolvimento de software. O IIBA está fazendo um esforço para criar uma extensão do BABok para facilitar esta adaptação. O PMI acabou de criar uma nova certificação para atender especificamente a projetos ágeis.

8 - Tecnologia da Informação. Computação nas nuvens, software com serviço e dispositivos móveis.
Tecnologias que aumentam a disponibilidade, reduzem TCO e incrementam níveis de qualidade nos serviços de TI serão cada vez mais requisitas. Dispositivos móveis (leia: smartphones e tablets) estarão cada vez mais presente no dia-a-dia das organizações. O AN deve trabalhar junto com o pessoal de TI e especialistas para utilizar estas tecnologias e dispositivos como parte das soluções.

9 – Desempenho do NA. As organizações querem ser capazes de quantificar o impacto do trabalho do AN sobre o negócio. 
Cobrança por resultados será cada vez mais forte, o ANs estará sob enorme pressão para quantificar seu trabalho e demonstrar desempenho. As organizações querem ser capazes de quantificar o impacto do trabalho do AN sobre o negócio.

10 - Sustentabilidade e Inovação. Não é bem uma novidade, sustentabilidade ambiental e inovação continuaram na pauta das organizações (principalmente nas industrias).
O AN deve adquirir novas competências para atuar em iniciativas e em projetos de sustentabilidade ambiental e de inovação.

Imagem (adaptada): Capa do Livro da Caroline Ferdinandsen’s "The Forecast"




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